Parque Estadual de Campinhos

  localização

41 3659-1428 | 41 3213-3407
Terça – Sexta: 9:00 – 16:00 (entrada na caverna até as 14:30)
Idade: a partir dos 12 anos
*O horário e os dias de abertura estão sujeitos a alterações. Por isso, antes de ir até o local, é importante entrar em contato e verificar se ele estará aberto!

 

O Parque Estadual de Campinhos fica em Tunas do Paraná
e tem uma gruta muito legal de visitar, além de uma trilha.
Deslize a tela para conhecer melhor o espaço!


O Parque Estadual de Campinhos foi o primeiro parque estadual criado para conservar o Patrimônio Espeleológico do Paraná, o Parque Estadual de Campinhos tem uma área de aproximadamente 335 hectares.

É uma área livre com livre acesso para a fauna, sendo possível observar gaviões-relógio, opiliões, morcegos herbívoros, gralhas azuis, surucuás-de-peito-amarelo, surucuás-de-peito-vermelho, quero-queros, papagaios-de-peito-roxo, arapongas, pica-paus da cabeça vermelha, veados-mateiros, serelepes, jacus, pacas, lontras, cutias, galinhas d’água, cachorros do mato, quatis, furões, tatus-galinha, gatos-do-mato-pequeno, preás e outros. Há também cobras coral, cascavel, jaracuçu e jararaca.

A principal atração do parque é a Gruta dos Jesuítas, quinta maior caverna do estado do Paraná em extensão, pois possui 1400 metros aproximadamente. O passeio possui trechos com ausência total de luz, temperatura entre 16ºC e 18ºC e umidade de 95% a 100% (sim, você certamente vai se molhar no passeio).

O parque também possui uma trilha de 890 metros de extensão, percorrendo a Floresta com Araucárias, onde é possível observar diversas espécies nativas, como o Pinheiro-do-Paraná, a Imbuia e a Erva-mate.


Ações educativas

| Visitas orientadas |

O parque oferece visitas orientadas pela gruta e também pela trilha!!

Temas sugeridos:

– Biodiversidade

– Equilíbrio ambiental

– Espécies endêmicas

– Relações ecológicas

– Sustentabilidade

– Parques e reservas ambientais

– Unidades de conservação

– Patrimônio natural

Orientações para visita

Pode fotografar?

Sim, mas não é interessante interagir com o local por meio da tela do celular. Tente encontrar um equilíbrio entre os registros e a vivência. Aliás, como você estará dentro de uma gruta, tem que prestar muita atenção onde pisa (muita mesmo!) e provavelmente voltará sem o seu celular de ele cair no chão (normalmente molhado).

E se chover?

Apesar de não chover dentro da gruta, ela foi esculpida a água, que veio de algum lugar. Quando chove, aumenta a quantidade de água e das duas uma: ou você se afoga porque a água vai subir de repente sem nenhum aviso, ou você vai ficar preso por vários dias sem poder retornar. Então, melhor reagendar.

Se for em grupo, qual é o máximo de pessoas por visita?

50 Homo sapiens

Quanto dura a visita??

Cerca de 1 hora e 20 minutos na gruta e 50 minutos na trilha.

Esse passeio é muito, muito divertido! Mas, para que tudo ocorra bem, preste atenção nas recomendações. A primeira é que grupos acima de 15 pessoas devem obrigatoriamente realizar agendamento com 20 dias de antecedência à visita (é só ligar nesse telefone 41 3659-1428).

Agora, o que levar:

  • Lanterna e pilhas reserva (não é permitida a entrada de visitantes sem lanterna!);
  • Lanches e água, pois no local não há venda de alimentos ou bebidas;
  • Protetor solar, repelente e boné ou chapéu para o momento da trilha;
  • Mais uma muda de roupas, toalha e mais um par de calçados, pois você – e quem mais te acompanhar – vai se sujar bastante durante o percurso dentro da gruta e em alguns trechos você caminhará por dentro da água.

O que vestir? Roupas confortáveis e calçados fechados com sola antiderrapante que possam ser molhados (eles serão molhados).

É isso que queremos dizer quanto ao se molhar e sujar e também quanto à necessidade de levar mais uma muda de roupa!

Se você estiver organizando a visita de um grupo, é muito, muito importante que oriente as pessoas sob sua responsabilidade sobre as normas de visitação. Você pode acessar todas aqui, mas reforçamos algumas relacionadas à segurança:

  • Ande sempre em grupos, nunca sozinho;
  • Ande em fila indiana ou 2 a 2;
  • Os passeios da Gruta e da Trilha da Floresta devem ser acompanhados por condutores, voluntários ou monitores ambientais;
  • O local oferece capacete e seu uso é obrigatório dentro da gruta.

Principalmente dentro da gruta: siga – e peça para que quem te acompanha também – todas as recomendações dos monitores, prestando atenção onde eles pisam para seguir o mesmo caminho.

Como funciona a visita?

As visitas ao Parque Estadual de Campinhos possuem três etapas: recepção, grutas e trilha.

Recepção

Ocorre no centro de visitantes. Lá é passado um vídeo sobre a importância das unidades de conservação e ocorre uma palestra informativa sobre o local, conduta consciente e algumas informações básicas sobre como o trajeto deve ser realizado.

Gruta dos Jesuítas – Fadas

Os visitantes percorrem um caminho bastante acidentado dentro da gruta, com extensão de aproximadamente 550 metros, passando por amplos salões, ricamente ornamentados por estalagmites, estalactites, colunas, cortinas, travertinos, entre outras formações. Existem trechos com ausência total de luz.

O trajeto demora cerca de 1 hora 20 minutos e todos devem estar de capacete e lanterna.

Trilha

Os visitantes percorrem um caminho de 900 metros dentro da floresta, onde podem observar algumas plantas, como pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia), imbuia (Ocotea porosa) , cedro (Cedrela fissilis), jacarandá (Dalbergia brasiliensis), erva-mate (Ilex paraguariensis), carvalho brasileiro (Roupala brasiliensis) e aroeira (Schinus sp.) , além de outras espécies nativas.

O trajeto dura cerca de 50 minutos.

As cavernas são patrimônios naturais que muitas vezes abrigam restos de animais extintos e antigas ocupações humanas. Isso já é incrível, mas não dá conta de outros aspectos relacionados à grande importância da preservação e conservação das cavernas e dos sítios espeleológicos. Mesmo que algumas cavernas não contenham nenhum fóssil ou artefato arqueológico, não deixam de serem ecossistemas frágeis e delicados que abrigam uma fauna característica e também contam a história dos processos geológicos do local onde estão inseridas, possibilitando pesquisas sobre as transformações ocorridas naquele ambiente ao longo de milhares de ano. Além disso, as cavernas exercem um papel importante no armazenamento de água, com a carga e recarga de aquíferos (para saber mais, clique aqui).

Ao visitar uma gruta, é importante ter tudo isso em mente, o tempo de formação daquele local e sua importância no ecossistema em que está inserido, além da importância social. Além disso, é importante pensar também a respeito da criação do Parque Estadual, ou seja, qual é o papel dos parques? Por que são criados? Existe uma regulamentação para esses lugares? O parque já existia e depois a gruta foi descoberta ou por causa da gruta é que foi criado o parque?

Uma gruta calcária, que é o caso da Gruta dos Jesuítas, é o resultado de um trabalho realizado pela água ao longo de milhares de anos sobre o calcário. Aquele ditado popular “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” encaixa perfeitamente nesse ambiente. Quando estiverem dentro da gruta, percebam a temperatura, os cheiros, os sons que esse ambiente possui. Que tipo de animal costuma habitar esse local? Que tipo de reflexões você leva para casa após uma vivência nesse local? Conhece outras cavernas espalhadas pelo Paraná? Pelo Brasil? E pelo mundo? Que tal um tour virtual pela Caverna do Diabo, em São Paulo? E pela Son Doong, no Vietnã? E pela Akiyoshi-do, no Japão?

É importante entender a natureza do espaço que está sendo visitado e a linguagem que ele possui para disseminar o conhecimento. Pensar nessas coisas ajudar a instigar a curiosidade, incentiva a formulação de perguntas e também valoriza o ambiente, o respeito pelo trabalho realizado nesse local.


E aí, já visitou o Parque Estadual de Campinhos? O que achou? Tem alguma dica? Compartilhe com a gente!!!

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