Museu de História Natural de Curitiba

localização

41 3313-5481  | 41 3313-5482
Terça – Sábado: 9:00 – 17:00
Idade: a partir dos 8 anos
*O horário e os dias de abertura estão sujeitos a alterações. Por isso, antes de ir até o local, é importante entrar em contato e verificar se ele estará aberto!

 

Mais conhecido como Museu do Capão da Imbuia,
esse lugar possui uma coleção de animais taxidermizados e
conservados em meio líquido, além de trilha na floresta.
Deslize a tela para conhecer melhor o espaço!


O Museu de História Natural do Capão da Imbuia pertence à Prefeitura Municipal de Curitiba e está vinculado ao Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, juntamente com o Passeio Público e o Zoológico do Parque Iguaçu. O local abriga as coleções científicas zoológicas mais representativas do Estado do Paraná e também uma trilha em um remanescente de Floresta com Araucária.


Ações educativas

Visitas orientadas | Palestras | Cursos | Empréstimo de materiais

O Museu do Capão oferece visitas orientadas mediante agendamento e também é possível solicitar palestras aos biólogos do espaço que, conforme a disponibilidade, podem falar sobre temas como a Fauna Paranaense Ameaçada de Extinção, Animais Peçonhentos, Biodiversidade e ainda realizar atividades de educação ambiental.

Eles também mantêm um acervo de animais taxidermizados, além de crânios, patas, ovos, material em meio líquido, cartazes, painéis, livros, textos e outros materiais para enriquecer o ensino, que são disponibilizados durante o ano letivo para empréstimo a escolas e outras instituições.

Temas sugeridos:

– Biodiversidade

– Equilíbrio ambiental

– Zoonoses

– Espécies endêmicas

– Evolução

– Relações ecológicas

– Sustentabilidade

– Biomas

– Coleções biológicas e pesquisa

Orientações para visita

Pode fotografar?

Sim, mas não é interessante interagir com a exposição por meio da tela do celular. Tente encontrar um equilíbrio entre os registros e a vivência.

E se chover?

Como a exposição é coberta, essa parte da visita não será prejudicada. Já o passeio na trilha provavelmente não acontecerá!

Se for em grupo, qual é o máximo de pessoas por visita?

40 Homo sapiens

Quanto dura a visita??

Cerca de 1 hora.

As visitas acontecem em dois espaços: na parte interna, onde há a exposição “Ecossistemas Brasileiros”, e na parte externa, em uma trilha chamada “No caminho das Araucárias”.

A exposição interna possui diversos dioramas que recriam biomas brasileiros e também abordam temas variados, como “Animais dos Andes”, “Vetores de zoonoses urbanas”, “Fauna paranaense ameaçada de extinção” e “Aves de rapina”.

Uma das coisas mais legais em se ter em mente ao visitar esse museu é que ele é um local de pesquisa. Para além do que está exposto existe uma imensa coleção que suporta pesquisas na área da Zoologia. Outro assunto interessante de pensar a respeito se você vai visitar esse local é a taxidermia, uma técnica de conservação bem trabalhosa e que possibilita que consigamos observar animais em perfeito estado. Aliás, que outras formas de conservar coleções biológicas será que existem? Será que a técnica utilizada para conservar insetos é a mesma utilizada para conservar moluscos? Em que casos é melhor realizar a taxidermia? E para que existem as coleções biológicas?

Além disso, a procedência dos animais que ali estão também merece atenção, afinal eles não foram mortos especialmente para serem expostos. Então, de onde será que eles vieram?

A forma como as coleções estão expostas também merece atenção. Diversos museus costumam ter dioramas em suas exposições, que são representações artísticas bastante realistas de cenas da vida real. E é muito legal pensar a respeito disso, afinal imagine o que traz mais referências para você: ver uma onça taxidermizada sobre um suporte ou inserida na sua paisagem natural, como no diorama abaixo?

Diorama “Floresta Tropical”, no Museu do Capão da Imbuia.

É importante entender a natureza do espaço que está sendo visitado e a linguagem que ele possui para disseminar o conhecimento. Pensar nessas coisas ajudar a instigar a curiosidade, incentiva a formulação de perguntas e também valoriza o ambiente, o respeito pelo trabalho realizado nesse local.


E aí, já visitou o Museu do Capão? O que achou? Tem alguma dica? Compartilhe com a gente!!!

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