Parque Municipal Gruta do Bacaetava

localização

41 3656-5669 | 41 3656-6600
Quarta – Sexta: 8:30 – 11:30 | 13:00 – 16:30
Sábado – Domingo: 8:30 – 12:00 | 13:00 – 16:30
Idade: a partir dos 12 anos
*O horário e os dias de abertura estão sujeitos a alterações.
Por isso, antes de ir até o local, é importante entrar em
contato e verificar se ele estará aberto!

 

O Parque Municipal Gruta do Bacateava fica em Colombo
e abriga uma caverna que faz parte do
patrimônio espeleológico mais importante da região!
Deslize a tela para conhecer melhor o espaço!


O Parque Municipal Gruta do Bacaetava foi criado com o objetivo de conservar em estado natural uma caverna com 200 metros de extensão, parte do patrimônio espeleológico da região, recuperar e conservar a vegetação nativa; proteger integralmente a fauna, a flora e demais recursos naturais, fomentar atividades de pesquisa científica, e possibilitar atividades de recreação, educação e conscientização ambiental.

Ele possui uma área de cerca de 173 mil metros quadrados e abriga uma caverna cheia de estalactites, estalagmites, travertinos…​ Lá, é possível conhecer paisagens completamente diferentes das que estamos acostumados, ver de perto o trabalho da água ao longo de milhões de anos nas rochas.

O termo Bacaetava é de origem tupi-guarani e significa casa de pedra furada. A Gruta do Bacaetava é a caverna de mais fácil acesso a partir de Curitiba (e bem tranquila de visitar).


Ações educativas

|Visitas orientadas |

O parque oferece visitas orientadas por guias especializados e é obrigatório fazer reserva para grupos com mais de 12 pessoas.

Temas sugeridos:

– Biodiversidade

– Equilíbrio ambiental

– Reações químicas e físicas

– Ciclo das rochas

– Formação de paisagens

– Evolução

– Relações ecológicas

– Sustentabilidade

– Biomas

Orientações para visita

Pode fotografar?

Sim, mas não é interessante interagir com o local por meio da tela do celular. Tente encontrar um equilíbrio entre os registros e a vivência. Aliás, como você estará dentro de uma gruta, tem que prestar muita atenção onde pisa (muita mesmo!) e provavelmente voltará sem o seu celular de ele cair no chão (normalmente molhado).

E se chover?

Apesar de não chover dentro da gruta, ela foi esculpida a água, que veio de algum lugar. Quando chove, aumenta a quantidade de água e das duas uma: ou você se afoga porque a água vai subir de repente sem nenhum aviso, ou você vai ficar preso por vários dias sem poder retornar. Então, melhor reagendar.

Se for em grupo, qual é o máximo de pessoas por visita?

30 Homo sapiens

Quanto dura a visita??

Cerca de 1 hora (30 minutos na gruta).

IMPORTANTE: Como o passeio acontece no interior de uma gruta e também por trilhas, os/as os/as estudantes devem ir com roupas e calçados confortáveis (calçados com solas antiderrapantes!) e levar protetor solar, repelente e boné ou chapéu. Para prevenir, leve mais uma muda de roupas e recomende para quem te acompanhar que faça o mesmo! E atenção: dentro da gruta não saia da trilha e do percurso definido pelo guia!

Para agendar a visita, você deve ligar para o Departamento de Turismo de Colombo nos telefones lá de cima. A agenda é liberada sempre no mês anterior ao dia desejado!

Ao realizar o agendamento, você deverá informar a data e horário da visita, o número de integrantes do grupo e o contato de e-mail e telefone do responsável pelo agendamento (e o grupo deve chegar com 10 minutos de antecedência).

Depois do agendamento pelo telefone, você deverá enviar por e-mail uma lista contendo: nome, idade e cidade de origem dos visitantes e declaração de ciência das normas, assim como o contato do responsável (telefone e e-mail). Esse e-mail deverá ser enviado até as 12:00 da sexta-feira da semana que antecede a visita.

Se o grupo agendado atrasar mais de 10 minutos, e já tiver uma visita no interior da gruta, o grupo deverá aguardar o próximo horário, se estiver disponível. Caso não dê, a visita acontecerá apenas até a primeira passarela (entrada da gruta).

E como funciona a visita?

Primeiro, os estudantes são recepcionados no Centro de Visitantes, onde assistem a um vídeo sobre Colombo e a formação da gruta.

Depois, saem pela trilha em direção à gruta, onde são conduzidos pelas passarelas e podem observar as estalagmites, estalactites, colunas, “flores de calcário” e represas de travertino (tudo muito lindo!).

As cavernas são patrimônios naturais que muitas vezes abrigam restos de animais extintos e antigas ocupações humanas. Isso já é incrível, mas não dá conta de outros aspectos relacionados à grande importância da preservação e conservação das cavernas e dos sítios espeleológicos. Mesmo que algumas cavernas não contenham nenhum fóssil ou artefato arqueológico, não deixam de serem ecossistemas frágeis e delicados que abrigam uma fauna característica e também contam a história dos processos geológicos do local onde estão inseridas, possibilitando pesquisas sobre as transformações ocorridas naquele ambiente ao longo de milhares de ano. Além disso, as cavernas exercem um papel importante no armazenamento de água, com a carga e recarga de aquíferos (para saber mais, clique aqui).

Ao visitar uma gruta, é importante ter tudo isso em mente, o tempo de formação daquele local e sua importância no ecossistema em que está inserido, além da importância social. Além disso, é importante pensar também a respeito da criação do Parque Municipal, ou seja, qual é o papel dos parques? Por que são criados? Existe uma regulamentação para esses lugares? O parque já existia e depois a gruta foi descoberta ou por causa da gruta é que foi criado o parque?

Uma gruta calcária, que é o caso da Gruta do Bacaetava, é o resultado de um trabalho realizado pela água ao longo de milhares de anos sobre o calcário. Aquele ditado popular “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” encaixa perfeitamente nesse ambiente. Quando estiverem dentro da gruta, percebam a temperatura, os cheiros, os sons que esse ambiente possui. Que tipo de animal costuma habitar esse local? Que tipo de reflexões você leva para casa após uma vivência nesse local? Conhece outras cavernas espalhadas pelo Paraná? Pelo Brasil? E pelo mundo? Que tal um tour virtual pela Caverna do Diabo, em São Paulo? E pela Son Doong, no Vietnã? E pela Akiyoshi-do, no Japão?

É importante entender a natureza do espaço que está sendo visitado e a linguagem que ele possui para disseminar o conhecimento. Pensar nessas coisas ajudar a instigar a curiosidade, incentiva a formulação de perguntas e também valoriza o ambiente, o respeito pelo trabalho realizado nesse local.


E aí, já visitou o Parque Municipal Gruta do Bacaetava? O que achou? Tem alguma dica? Compartilhe com a gente!!!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.